Seja bem-vindo
A Associação Nacional de Árbitros
de Hóquei em Patins
 
 
     
 
Comunicado da Cajap (24/09/2012)
  Nomeações Europeias para 01.04.2017
Até dia 01/04/2017
  Nomeações Nacional até 23/06/2017
Até dia 23/06/2017
  Nomeações A.P..Aveiro 18-12-2016
Até dia 18/12/2016
 
  Página principal
  A.N.A.H.P
  Orgãos Sociais
  Estatutos
Últimas notícias
Fotos
Eventos
Quadro de árbitros
Regulamentos
  Regras
  Manual de actuação
  R.E.A.H.P
  Regulamento geral da disciplina
Nomeações
 
C.R.A.H.P.S
Resultados
Forum
Chat
Contato
     
Notícias
03/03/07 - Artigo feito por José Felício-Alentejo
.....................................................
07/10/04 - Invisual José Carlos Miranda Costa
.....................................................
01/08/03 - "Errar é humano!".
.....................................................
25/05/03 - SABER AS LEIS NÃO É TUDO
.....................................................
25/05/03 - CONSELHOS AMIGOS PARA UM BOM DESEMPENHO
.....................................................



CONSELHOS AMIGOS PARA UM BOM DESEMPENHO

 Artigo por João Faria

Árbitro, autoridade silenciosa e descrição como virtude!

As ideias muito próprias sobre a arbitragem levam-me a dizer que o árbitro tem de ser "livre para intervir, não pode estar preso à ditadura dos cartões". Tem de saber aplicá-los como uma arma, em liberdade mental. Como tem de se convencer de que o hóquei em patins tem neste momento uma falta que é impar, a grande penalidade. Sendo fundamental no hóquei, nenhum árbitro, em momento algum deve hesitar em marca-la. Outro aspecto importante é o do momento do apito. Exige-se, portanto que sejamos jogadores de xadrez. Por cada atitude disciplinar de um jogador devemos saber criar sempre uma alternativa. O árbitro nunca pode ser vencido pelo atleta.

Autoridade silenciosa é outro conceito de pedagogia que os árbitros nunca devem esquecer. É a descrição, virtude maior daquele que tem de passar pelo espectáculo de forma quase imperceptível. Para isso deve usar sempre "conceitos claros”. A hesitação ou a dualidade irritam os jogadores e isso é mau para o jogo e para o público que paga o seu bilhete.

O árbitro não deve perseguir os jogadores, mas "quando um atleta está a dizer que está farto, não quer jogar mais, o árbitro deve ajudá-lo, mostrando-lhe o cartão vermelho". Quando um árbitro contemporiza com esta situação está a ser indisciplinado e nunca mais conseguirá ter o controlo do jogo.

ARBITRAR MUITO, PARA QUÊ?

ARBITRAR POUCO E BEM, SIM!!!

ARBITRAR MUITO, MAIS ERROS!!!

ARBITRAR POUCO, POUCOS ERROS!!!




Acessos: 264805